200 ANOS CAMILO CASTELO BRANCO
A ESEN juntou-se à comemoração e no período entre 14 e 21 de março foi dinamizada a exposição «200 anos de Camilo», uma viagem que celebrou uma vida marcada por paixões, tragédias e uma escrita intensa, apaixonada e irónica. Retrato por Pedro Albuquerque oferecido à Escola CAMILO CASTELO BRANCO: UMA VIDA, UMA NOVELA PASSIONAL A EXPOSIÇÃO Escritor, romancista, poeta, cronista, crítico, dramaturgo, historiador e tradutor, Camilo tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Neste âmbito, foram expostos cartazes elucidativos das diferentes manifestações literárias de Camilo e apresentados quatro vídeos subordinados aos temas «200 anos de Camilo – percurso biográfico e literário», «Camilo e Amor de Perdição», «Memórias de Camilo na Cadeia da Relação do Porto» e «Casa-Museu de Camilo Castelo Branco». Celebrar Camilo Castelo Branco é celebrar a contradição e a combinação entre o romantismo e o realismo, num claro per curso de superação. É recordar a audácia do tom coloquial que continua a invocar um diálogo com as leitoras e o domínio perfeito das palavras que tantas vezes serviram como crítica social. Camilo carrega em si e na sua escrita única e pode rosa pedaços de histórias, memórias de muitas e muitas pessoas, paixões e lugares. De uma riqueza literária ímpar, o autor conduz-nos na apologia do poder transformador do amor, que acreditava ser suficiente para salvar cada um de nós. E mais do que amor, Camilo representa eternidade e intemporalidade e a cidade do Porto respira este legado na sua plenitude. Camilo continua a fascinar os leitores até aos dias de hoje. A acidentada vida passional foi a mais importante fonte da novela camiliana na paixão vivida por Ana Augusta Plácido.


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